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sexta-feira, março 09, 2012

Que tamanho tem o seu mundo?


"Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe: Que tamanho tem o universo?
Acariciando a cabeça da criança, ele olhou para o infinito e respondeu:
O universo tem o tamanho do seu mundo.
Perturbada, ela novamente indagou: Que tamanho tem meu mundo?.
O pensador respondeu: Tem o tamanho dos seus sonhos".
Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil.
Os sonhos regam a existência com sentido.
Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances.
A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, faz dos idosos, jovens, e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos jovens idosos.
Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades.

Sonhe!

(Augusto Cury)

quarta-feira, março 07, 2012

Mulher...


Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis.
Que divide sua alma em duas para carregar tamanha sensibilidade e força.
Que ganha o mundo com sua coragem, que traz paixão no olhar.
Mulher...
Que luta pelos seus ideais, que dá a vida pela sua família.
Mulher...
Que ama incondicionalmente, que se arruma, se perfuma e que vence o cansaço.
Mulher...
Que chora e que ri.
Mulher que sonha...
Tantas mulheres, belezas únicas, vivas, Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas, admiradas todos os dias...
Para você, mulher tão especial...
Mulher...
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis, que divide sua alma em duas para carregar tamanha sensibilidade e força.
Que ganha o mundo com sua coragem, que traz paixão no olhar.
Mulher, que luta pelos seus ideais, que dá a vida pela sua família.
Mulher...
Que ama incondicionalmente, Que se arruma, se perfuma, que vence o cansaço. Mulher...
Que chora e que ri, mulher que sonha...
Tantas mulheres, belezas únicas, vivas, cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas, admiradas todos os dias...
Para você, mulher tão especial...
Feliz Dia Internacional da Mulher!
Parabéns para todas nós!!!

domingo, março 04, 2012

A CONFRARIA DOS RELOJOÁRIOS

A primeira coisa que ganhamos ao nascermos, não é um nome, é um relógio. Um relógio biológico é verdade. Mas é um relógio. Vá lá que ele demore um pouquinho para se adaptar ao espaço extra-uterino e que, à medida que o tempo passe, ele piore gradativamente, pois nem os suíços têm um relógio biológico suíço!
Assim, inauguramos a obsessão humana pela passagem do tempo e assim prosseguiremos até o último segundo. Vejam: não se pergunta simplesmente o nome de um bebê sem que se pergunte quanto tempo ele tem. Depois, só se lembram da data ou nem disso. A data é uma espécie de relógio que parou no tempo e que pelo menos uma vez por ano terá razão. Relógios e tempo são assuntos pontuais na estranha e invisível máquina da condição humana de existir. Sinceramente, não me surpreende o fascínio que as pessoas têm pelo tempo e pelos relógios. Eu as respeito e espreito. Flávios, Freds, Umbertos, Arildos, Paulos, Primitivos e tantos mais, perdendo ou ganhando tempo diante de vitrines, em balcões de relojoarias e joalherias ou, como eu, nas bancas de camelô, escolhendo, comparando, comprando modelos, sonhos e desejos. O brilho dos mostradores tal qual o espelho da madrasta no imaginário popular marcado a fogo e sombra, a indagar: “espelho, espelho meu, blá, blá, blá...” – substitua por “tempo, tempo, tempo, blá, blá, blá...”, de Caetano Veloso e parece claro que o relógio é o espelho individual de ver o tempo que passa. De ver o que ganhamos e o que perdemos. É o espelho de nos projetar no tempo futuro, no momento que agendamos para passarmos por lá. Um relógio é uma fatia de bolo que nos lembra de partilhar o tempo. Ou deveria ser, sei lá. Filósofos, sociólogos, pedagogos, literatos, tecnocratas, operários, professores e artistas sabem do segredo. Não é futilidade, subjetividade tacanha. É a constatação de que não importa a ocupação funcional, o dom celestial, a capacidade laboral ou a formação profissional que o indivíduo tenha, ostente ou conquiste, a verdade é uma só, desde que o mundo existe: há poesia em observar o tempo. E não há capacidade criadora que resista à praticidade de olhar o tempo num “mecanismo de precisão”, num “cebolão”, num símbolo de status e ostentação, numa réplica à perfeição, numa barata imitação. Pergunte a Santos Dumont, que tirou o homem do chão, mas só aprendeu a voar quando teve o tempo ao seu dispor num dos pulsos. É o impulso criador que move o mundo, como num relógio, a cada segundo. Relógios de modelos digitais, geniais, clássicos, inovadores, de parede, de corrente, de anel, relógio londrino monumental, relógio cuco, de carrilhão, o relógio público da Central. Relógio de sol, na tela do computador, com ou sem mostrador, relógio com a máquina aparente, com pulseira de aço, de borracha, de napa, de plástico, de couro, de silicone, de ouro. Relógio como eterna opção de presente, para cronometrar o esporte e o momento da derrota ou da vitória. Relógios que vêm com um carro pelo lado de fora. Consultado para registrar o direito ao salário do operário; para marcar o criativo momento do hábito de nosso ócio crítico e ácido; para assinalar nosso último suspiro na certidão de óbito. Para garantir que a noiva se atrase em qualquer casamento, para pesar nos centésimos de nossos sofrimentos. Para eternizar a hora de nosso nascimento. Para marcar nosso tempo de esperar na fila, para ajudar a supor os motivos de quem nos faz esperar. A fome é o relógio do corpo, o amor é o relógio da alma (esse, às vezes atrasa ou para de funcionar). O tempo é o relógio da vida. Relógio é obra de arte parada que se mexe. É o livro das horas ganhas e perdidas. É utensílio, é instrumento que mede e pelo qual a sociedade decidiu medir a importância de um homem: quanto menos tempo ele tem para ouvir, ler, conversar e abraçar, mais importante ele parece ser. Será? A saudade é o relógio do passado, a gaveta é o relógio do guardado. A memória é um relógio escangalhado. A bússola é o relógio do mundo, a biruta é o relógio do vento. O medo é o relógio do silêncio. Um relógio é a bula de um remédio que cura todos os males. É a joia da esperança. É algema que nos prende ao tempo. É um link, um insight, um flashback, um porta-portrait, uma desculpa de pensar no idioma inglês. Quem ainda não teve um relógio, tenha fé que um dia terá. Convido, sem ser convidado, a que todos ingressem na Confraria dos Relojoários. Uma confraria dedicada e formada por todos aqueles que gostam, que usam, que admiram, que colecionam e que pagam para ver o tempo passar, mas que não o deixam passar impune. E mesmo assim ele passa.

Erivelto Reis
Professor de Literatura das FIC
Fonte: Revista FEUC em foco. Ano 2 - Nº7 - Pág 18
www.revistadigital.feuc.br



quinta-feira, março 01, 2012

Parabéns Rio de Janeiro!!

Com todos os seus problemas, todas as desigualdades sociais promovidas por aqueles que não a amam, ainda és e sempre serás a Cidade Maravilhosa.
Quem nasce em teu seio é um privilegiado, assim como eu.
Feliz Aniversário, Cidade do Rio de Janeiro !!!
447 anos de fundação, cidade internacionalmente conhecida por seus atrativos culturais e naturais, oferece à todos aqueles que buscam a beleza, cenários naturais magníficos, um povo caloroso e uma atmosfera acolhedora.
I ♥ Rio!!!


terça-feira, fevereiro 21, 2012

Amor de corpo inteiro...


Amor não é só coisa de coração. Amor é coisa de corpo inteiro. De perna bamba. De suor frio. De mãos que tremem. De cabeça nas nuvens. De perder o juízo. De cãimbra no estômago.

Todo amor no início é muito bom. Depois também, mas de maneira diferente.

A descoberta do amor é o renascimento. É coisa de adolescente, mesmo que se tenha 70 anos. E é tão bom quanto.

Você perdeu o sentido da vida? Apaixone-se! Todo o sentido dessa vai entrar de novo! Coraçõesinhos não vão circular em volta da sua cabeça, mas seu coração vai pulsar de tal forma que tudo vai ficar mais intenso: as cores, as flores, o sol, tudo o que lembra vida. Você vai cantar até música que não gosta. É a felicidade fazendo bonitas todas as coisas.

Claro que amor não se encomenda. Nem se improvisa. Nem se finge. Mas às vezes dando um pouco de oportunidade ele pode chegar. E chega. Para alguns de surpresa, cai do céu, mas para outros fruto de longa espera e perseverança.

O amor é a corôa da existência. O cimo. Não o carregamos, é ele que nos carrega, nos transporta. Vivê-lo é viver. E ele nos faz chorar também. Traz ansiedade e frequentemente decepções. Ai!... mas ainda assim vale a pena! E como vale!!!

E quando toda magia se acalma, resta do amor a paz dele. Resta navegar, tranquilamente, nessas águas que nos levam a esse destino desconhecido, mas seguramente belo, mesmo se um dia tudo pode tornar-se passado, pois a nostalgia do vivido compensa tudo.

Quando alguém se aproximar de você e você sentir que as emoções ultrapassam os limites do seu coração... Você vai estar amando com todo o seu corpo... Vai ter alcançado a plenitude do amor.

(Letícia Thompson)

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Você é único(a)...


Desde o momento em que começamos a entender as primeiras frases na infância, ouvimos inúmeras frases negativas. Frases que ficaram marcadas por todo o futuro. Quando crianças, já ouvíamos dizer que as coisas são difíceis, complicadas e, às vezes, impossíveis de serem conquistadas. Nos falavam do lobo mau, do bicho-papão, do monstro do armário etc.
Em nossa mente foi criado o impossível, e nos foi dito que todas as coisas que nos propomos a fazer sempre tem limites e grandes dificuldades para alcançarmos os nossos objetivos. Às vezes é difícil subir uma escadaria de 200 degraus, é difícil saltar de uma montanha, é difícil andar de bicicleta de uma só roda, mas essas coisas não são impossíveis.
"Existe uma diferença, entre difícil e impossível. Nem tudo o que é difícil de ser realizado ou alcançado é impossível de ser conquistado."
A crença de nossos pais e avós de que "filho de peixe, peixinho é" é completamente leviana e absurda; não é verdadeira. É claro que, nos rios, filho de peixe, peixinho é. Mas, no sentido figurado de que você é ou será como seu pai ou sua mãe, essa afirmação é completamente mentirosa.
A sua Alma é única.
(Desconheço autoria)

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Três anos on line...


Hoje é um dia muito especial para mim, há três anos atrás nascia aqui no Blogger, o meu blog. Comemoro de uma maneira diferente agradecendo aos amigos que fiz e continuo fazendo por aqui, agradeço a todos que honraram esse blog com sua visita, comentários e aos seguidores que fazem parte desta minha caminhada. sem o apoio de vocês jamais teria chegado onde cheguei e com certeza não teria tantas alegrias, as tristezas também fazem parte pois são com elas que aprendo a ser um ser humano melhor. Obrigada por tudo e que continuemos exercendo nosso simples e importante papel para tornar o mundo cada vez melhor, essa é a minha intenção. Parabéns a todos nós!!!
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Nome do blog: Filha do Céu
Data de nascimento: 06/02/2009
Hora: 14h33
Rio de Janeiro/Brasil